10 de fevereiro de 2010

Artista Português ilustra Bob Dylan na "Word"


A revista britânica "Word" tem este mês uma caricatura de Bob Dylan como capa, da autoria do caricaturista e ilustrador português André Carrilho.

"Gostámos tanto da ilustração que decidimos avançar", explicou o editor da "Word", Marl Ellen, que já conhece há alguns anos o trabalho de Carrilho.

Bob Dylan aparece desenhado de perfil, a segurar uma guitarra e a cantar para um microfone "tocado" por Deus, como no célebre fresco de Miguel Ângelo da Capela Sistina.

André Carrilho já colaborou com diversas publicações internacionais como a "Vanity Fair", "The New Yorker", "New York Times", "El Mundo" e "El Pais". No seu vasto currículo conta também com alguns prémios importantes como o de caricatura do World Press Cartoon de 2009 e o galardão de ouro de ilustração da "Society for News Design" dos EUA.

É claro que o reconhecimento vem sempre de fora,
aqui ninguém lhe passa cartão com toda a certeza.



9 de fevereiro de 2010

Anuncio da Zon na TV Benfica


Olá, sou o Jorge Jesus.
Em 8 jogos, tive 7 penaltis a favor do Benfica.
Mais 39 cartões amarelos e 6 vermelhos às equipas adversárias...
Se eu podia viver sem as ajudas dos árbitros?
Podia... Mas não era a mesma coisa!



7 de fevereiro de 2010

A ficção da realidade


Mais uma recebida por email:

"Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.

Dizia-lhe eu à boa maneira do “coitadinho” português:

Sabes, nós os portugueses somos pobres ...

Esta foi a sua resposta:

Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?

Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e cartas de crédito ao triplo que nós pagamos EUA?

Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20%, pagais ainda impostos municipais.

Além disso, são vocês que têm " impostos de luxo" como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.

Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado. E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...

Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.

Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.

Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.

Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.

Vocês, portugueses ou são uns estúpidos ou uns mansos."


5 de fevereiro de 2010

Vaticano e o défice


Deus obriga Vaticano a cumprir
défice de 3% até 2012


O Vaticano apelou à generosidade dos fiéis católicos, uma vez que as contas do pequeno Estado têm sido negativas nos últimos 10 anos, mas, ao que o IP apurou, Deus não estará pelos ajustes, principalmente após o arcanjo Gabriel ter prognosticado a “morte lenta” do Vaticano se o défice continuar como está.
Assim, Deus já fez saber a Bento XVI que o Vaticano tem dois anos para o diminuir. A questão agora é saber como: se através do aumento das exportações (velas, reproduções em tapeçaria de ”A Última Ceia”, imitações dos muleos Prada do Sumo Pontífice) ou do corte na despesa (congelamento dos salários dos cardeais, substituição do vinho na Eucaristia por sangria de pacote, despedimento da guarda suíça e sua substituição pelos Super Dragões). Bento XVI, no entanto, numa recente homilia, comparou o combate ao défice à desflorestação dos pêlos púbicos das brasileiras e lembrou aos fiéis que “para além de haver vida para além da morte, também há vida para além do défice”.
de Vitor Elias



Burla: Funcionário engana Herman José


Durante cinco anos, Herman José foi enganado por um funcionário da sua empresa, a Hermanias, e pela mulher deste. O casal terá desviado da conta do humorista precisamente 1.279.080 euros.

Ao que o Correio da Manhã apurou, o Ministério Público formalizou a acusação a 11 de Dezembro de 2009, tendo o casal sido acusado dos crimes de abuso de cartão de crédito, burla agravada e abuso de confiança agravado. O julgamento deverá começar em breve.

Herman deu conta do desfalque de quase um milhão e trezentos mil euros em 2005, e apresentou queixa à Polícia Judiciária. Contactado pelo CM, o humorista recusou fazer quaisquer comentários.

O funcionário em causa era um dos mais antigos da empresa, e o artista tinha grande confiança nele – tinham inclusive uma relação muito próxima – e nunca desconfiou que estivesse a ser enganado, soube o nosso jornal. Nem mesmo quando o homem começou a revelar sinais exteriores de riqueza, que não seriam compatíveis com a remuneração, contou fonte próxima do humorista, acrescentando que o funcionário alegava que a mulher tinha uma clínica de grande sucesso.

A empresa de Herman começou então a dar sinais de problemas por causa dos desfalques, tendo a burla sido descoberta quando o humorista alargou a equipa de gestão.

de Sónia Trigueirão

É triste. Não se pode
confiar em ninguém.


4 de fevereiro de 2010

Salvo por uma webcam


Queria tirar umas fotografias ao pôr-do-sol mas não esperava que anoitecesse tão rápido. Um alemão de 40 anos ficou perdido em St. Peter-Ording, numa praia que devido às temperaturas baixas estava completamente gelada.
Nessa noite, uma mulher decidiu aceder à internet e ver algumas imagens de uma inóspita praia de St. Peter-Ording quando viu uma pessoa perdida e avisou a polícia. A webcam instalada na praia permitiu que o turista fosse salvo por uma mulher a 500 km de distância.
“Não era possível encontrar a costa porque estava tudo coberto de neve”, relata Kristin Stielow, porta-voz da polícia. “Foi uma grande sorte, poderia ter morrido de hipotermia ou podia ter sofrido graves queimaduras provocadas pelo frio.”

Daqui

HÁ GAJOS COM SORTE.
A ESTE SAIU-LHE O JACKPOT DO EUROMILHÕES.



Cigano apaixonado por Inspectora da ASAE


2 de fevereiro de 2010

O fim da linha de Mário Crespo


Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.

O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.

Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.

Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.

Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.

Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.

Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.

O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.

O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.

O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.

Foi-se o “problema” que era o Director do Público.

Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

Daqui

É ESTA A DEMOCRACIA QUE TEMOS.
A POUCO E POUCO A MÁSCARA DO MEIO
INGINHEIRO
VAI CAINDO, SÓ QUE ENTRETANTO
QUANDO O POVO
ACORDAR, JÁ É TARDE, MUITO TARDE.

LAMENTO QUE O JN TOME UMA POSIÇÃO DESTAS.



1 de fevereiro de 2010

Abonos e Desabonos



Realmente só nós
(o povo português)

para permitir uma
situação destas !!!


GRANDE VERDADE!!!!!!
1. Vais ter relações sexuais?
O governo dá-te preservativos!
2. Já tiveste?
O governo dá-te a pílula do dia seguinte!
3. Engravidaste?
O governo dá-te o aborto!
4. Tiveste filho?
O governo dá-te o Abono Família!
5. Estás desempregado?
O governo dá-te o Subsídio de Desemprego!
6. És drogado?
O governo dá-te seringas e Rendimento Mínimo!
7. Não gostas de trabalhar?
O governo dá-te o Rendimento Mínimo
8. Foste preso e agora puseram-te cá fora?
O governo dá-te o subsídio de Reinserção Social agora experimenta...

ESTUDAR; TRABALHAR; PRODUZIR; ANDAR NA LINHA,
e verás o que te acontece!!!!!

VAIS GANHAR UMA "BOLSA" DE IMPOSTOS NUNCA VISTA
EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO MUNDO!!!

Recebido por email



De finta em finta lá vão enganando toda a gente.


Estado vende ao Estado para conseguir
receitas extraordinárias


A alienação de imóveis é a grande fonte de
receitas extraordinárias. Mas não são os privados
a comprar, para "não inundar o mercado".

Em 2009, as vendas de património do Estado renderam 300 milhões de euros. Este tem sido um instrumento recorrente na obtenção das chamadas receitas extraordinárias. E 2010 não será excepção. A alienação de património público é a fatia de leão (mais de 400 milhões de euros) nas receitas extraordinárias previstas. Mas quem compra o património do Estado? O próprio Estado, reconhece o secretário de Estado do Tesouro e Finanças.

Carlos Costa Pina assume que praticamente toda a receita obtida no ano passado foi conseguida através da alienação de imóveis ao grupo Parpública, holding do próprio Estado. O mesmo aconteceu em anos anteriores. O governante descarta que este resultado seja unicamente explicado pela dificuldade na venda a privados deste património, em particular numa altura pouco animada do mercado imobiliário. E garante: "é uma opção que faz sentido e que foi deliberada". Sendo o Estado o maior proprietário imobiliário em Portugal, e atendendo ao volume de operação que o Estado pode fazer com o seu património, achamos que não faria sentido inundar o mercado com oferta de património imobiliário, com os efeitos que isso teria ao nível do preço, e com isso lesando o interesse patrimonial do próprio Estado".

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COMO SE, TIRAR DE UM BOLSO E METER
NO OUTRO, RESOLVA ALGUMA COISA.

AO FUNDO DO TÚNEL, NADA DE NOVO,
APENAS MAIS DA MESMO.