8 de janeiro de 2010

Dia "sem calças"


Era capaz de andar de metro sem calças?

Esse é o desafio do próximo domingo, que celebra o dia «sem calças»

Há iniciativas como o dia sem carros ou sem compras, mas no próximo domingo é mais especial: é o dia sem calças no metro. Mesmo com as temperaturas mais baixas e alguma chuva, o desafio é despir-se e andar em cuecas pelo metropolitano de Lisboa. Em Nova Iorque, todos os anos, são centenas as pessoas que aceitam andar em cuecas.

Este é o segundo ano que se realiza a iniciativa em Portugal, mas concretamente em Lisboa. No ano passado, o «dia sem calças» juntou 40 pessoas «despidas» e muitas risadas dos curiosos.

Mas para quem quer participar, o melhor é não descurar o visual da roupa interior. Às riscas, às bolinhas, com folhos, ou desportivas, há cuecas para todos os gostos.

Para aderir, basta vontade de despir as calças e ir até à praça de Alvalade, no próximo, domingo às 15 horas. A organização acrescenta ainda que são previstos entre 9 e 12 graus de temperatura para a capital.

Daqui

AQUI ESTÁ A PROVA DA NOSSA FALTA DE ORIGINALIDADE.
TUDO O QUE SE FAZ LÁ FORA É BOM,
AINDA
QUE NÃO FAÇA O MENOR SENTIDO.
ESTAS ESTÚPIDAS INICIATIVAS FARÃO ALGUÉM FELIZ?

É PRECISO CRIAR O "DIA DA SENSATEZ" PARA VER
SE ESTA
CAMBADA FAZ ALGO DE ÚTIL À SOCIEDADE
E SE DEIXA
DESTAS TRISTES FIGURAS.




Boas noticias para os fala barato.


Radiações de telemóvel
podem combater e reverter
a doença de Alzheimer

Eis o argumento que faltava a milhões de pessoas que passam horas a falar ao telemóvel: mais do que não fazer mal, a exposição às radiações de um telemóvel poderá ajudar a combater e até reverter a Doença de Alzheimer. Para já, a experiência foi feita em ratinhos de laboratório mas o grupo de investigadores da Florida acredita que os surpreendentes resultados têm “uma relevância considerável para os humanos”.
O trabalho da equipa do centro de investigação de Doença de Alzheimer da Florida envolveu 96 ratinhos que foram expostos às ondas electromagnéticas de alta frequência de telemóvel durante nove meses. As sessões de uma hora de exposição, duas vezes por dia, implicaram a criação de um cenário de radiação comparável com o que acontece num ouvido de uma pessoa.

Os cientistas não colocaram minúsculos auriculares nos animais nem ficaram a segurar telemóveis junto aos seus pequenos ouvidos. Os espaços onde os ratinhos se encontravam foram munidos de uma antena que emitia o sinal de um telemóvel, cada animal foi instalado à mesma distância da antena e exposto às mesmas ondas que são geradas por um aparelho encostado à cabeça de uma pessoa.

Da experiência resultou a primeira demonstração que uma exposição a longo prazo às radiações de um telemóvel pode proteger contra a doença de Alzheimer e até revertê-la. "Surpreendeu-nos que a exposição ao telemóvel, quando iniciada na idade adulta, protege a memória dos ratinhos que estavam destinados a desenvolver a doença de Alzheimer", realça Gary Arendash, o principal autor do artigo publicado na edição de Janeiro do "Journal of Alzheimer´s Disease". "Foi ainda mais surpreendente perceber que as ondas electromagnéticas dos telemóveis conseguiam mesmo reverter os danos na memória causados pela doença de Alzheimer em ratinhos velhos".

Todos os ratinhos beneficiaram com a experiência. Foram observadas melhorias na memória dos animais saudáveis, resistência à formação das placas de proteína beta amilóide que caracteriza a Doença de Alzheimer nos ratinhos geneticamente modificados para ficar doentes e os que já sofriam da doença neurodegenerativa melhoraram, verificando-se uma destruição de depósitos de beta amilóide.

Os cientistas notam que os benefícios demoraram alguns meses a ser notados e sugerem que um efeito semelhante em humanos poderia demorar anos. Actualmente, a equipa está a avaliar se diferentes cenários de frequências electromagnéticas e intensidade são capazes de produzir melhores e mais rápidos benefícios cognitivos. "Se conseguirmos determinar os melhores parâmetros electromagnéticos para prevenir a formação de placas de beta amilóide e remover os depósitos existentes desta proteína, esta tecnologia poderá ser rapidamente transferida para o benefício de humanos e contra a doença de Alzheimer", acredita Chuanhai Cao, outros dos investigadores envolvidos no estudo.

O facto de terem sido registadas melhorias nos animais normais que não sofriam de qualquer tipo de demência também será animador para os "viciados" nestes aparelhos. A explicação, referem os cientistas, poderá estar no aumento da actividade cerebral provocada pelas ondas electromagnéticas e que conseguem aumentar a circulação sanguínea no cérebro. "O nosso estudo demonstra que o uso prolongado de telemóvel não é prejudicial para o cérebro", confirma Cao. Conscientes da controvérsia à volta de um alegado prejuízo para a saúde causado pelos telemóveis, os cientistas realizaram autópsias aos animais e afirmam que não encontraram nada anormal no cérebro que pudesse indicar a formação de um cancro nem foram detectadas quaisquer alterações noutros órgãos como o fígado ou os pulmões.

de Andrea Cunha Freitas

VÁ LÁ VELHADAS, FALEM, FALEM MUITO
AO TELEMÓVEL. EVITA A ALZHEIMER E
AS OPERADORAS AGRADECEM.



7 de janeiro de 2010

Sócrates aposta na fiabilidade


Sócrates vai andar com autocolante “CE” para aparentar que é uma pessoa que cumpre as normas e é confiável.
José Sócrates vai começar a usar um símbolo CE, habitualmente usado nos brinquedos, para despertar o sentimento de segurança, tranquilidade e confiança nos cidadãos, aparentando que cumpre todas as normas das directivas europeias.
A oposição já veio criticar esta opção do primeiro-ministro. “O certificado CE não garante que o controlo das regras é efectivamente cumprido. Basta que o fabricante do brinquedo declare que está tudo dentro dos conformes. Depois não existe fiscalização. José Sócrates é como muitos desses brinquedos que andam por aí com o símbolo CE. Acabam sempre por aleijar as pessoas devido aos defeitos de fabrico”, afirmou Manuela Ferreira Leite.

de João Henrique

Eu queria dar boas noticias, mas não consigo.


Finanças públicas:
BPI apresenta estudo

Dívida já atinge 160,3 mil milhões

A dívida pública consolidada de Portugal já chega aos 160,3 mil milhões de euros, o que equivale a cem por cento do Produto Interno Bruto (PIB). As contas foram feitas pelo BPI e estão incluídas num estudo sobre as Finanças Públicas ontem apresentado pelo presidente do banco, Fernando Ulrich.

A projecção sobre o montante real da dívida é feita com base numa dívida directa do Estado que, segundo os parâmetros utilizados pelo BPI, chegou aos 132,5 mil milhões de euros (82,4% do PIB) no ano findo e que inclui a dívida do sector empresarial do Estado, dos municípios e das regiões autónomas.

Os economistas do banco traçam três cenários possíveis para o futuro, nos quais incluem os compromissos assumidos pelo Governo em matéria de concessões e parcerias público-privadas do Estado e conclui que, se as despesas e as receitas tiverem o mesmo comportamento da última década, a dívida pública ultrapassará os 120% do PIB em 2013.

Perante isto, o banco conclui que para a dívida pública estabilizar, a "economia terá de regressar a crescimentos do PIB real próximos dos 2,5%", obtendo, ao mesmo tempo, "saldos primários positivos na vizinhança dos 2%".

Face a isto, Fernando Ulrich não hesita em afirmar que "vão ter de ser feitas opções – se o ajustamento tem de ser todo feito do lado dos impostos, todo do lado dos investimentos ou numa mistura de várias coisas", embora rejeite apontar qual a solução mais viável.

"COMPROMISSO MUITO CEDO"

"Os investimentos públicos representam um compromisso muito grande muito cedo." O comentário partiu de Fernando Ulrich, que durante a apresentação do estudo do BPI sobre as Finanças Públicas se confessou "surpreso" com a dimensão dos investimentos previstos para Portugal. "Pensavam que seriam mais pequenos agora e que aumentariam com o tempo, afinal não estamos a deixar uma herança pesada aos nossos netos, nós é que vamos estar numa situação difícil", sublinhou o presidente do banco.

Ulrich mostrou-se particularmente "chocado" com a situação nas empresas públicas de transportes ferroviários e rodoviários. "Choca-me que os dez milhões de portugueses tenham de gastar tanto para tão pouco. Será que houve má gestão e desperdício?" Interrogou-se o banqueiro.

SAIBA MAIS

SITUAÇÃO

Do universo de 41 empresas que constituem a carteira de participações do Estado, apenas 15 são sustentáveis. Seis são previsivelmente sustentáveis (incluindo a RTP) e as restantes 20 não são sustentáveis. A TAP não entrou nas contas por pertencer à Parpública.

5136 M

A dívida remunerada líquida de disponibilidades da Refer atingia os 5136 milhões de euros no final de 2008. Uma situação que, aliada aos compromissos futuros, leva o BPI a considerar a empresa não-sustentável.

GRÉCIA

Fernando Ulrich não considera que Portugal chegue a uma situação semelhante àquela vivida na Grécia, país da União Europeia. O presidente do BPI acha que os portugueses são mais "rigorosos, sistemáticos e conscientes" do que os gregos.


de Sandra Rodrigues dos Santos

5 de janeiro de 2010

Medina Carreira sem papas na lingua






E O ZÉ POVINHO...
VAI LEVANDO NO FOCINHO.


Concorrência ao nosso Zé Cabra?




Agora vejam as expressões destes dois jovens
a ouvir o horrível cantor



NÃO HÁ CU QUE AGUENTE.



3 de janeiro de 2010

2 de janeiro de 2010

Avião aterra devido a suspeita de Abel Xavier a bordo


A conversão do antigo futebolista Abel Xavier ao Islão está a causar alarme nas companhias aéreas. Depois dos problemas com os aviões da Norhwest Airlines, ontem foi a vez de um voo da TAP aterrar de emergência nas Canárias devido à suspeita de ter um Abel Xavier a bordo. O indivíduo teria várias embalagens de (alegado) gel capilar na bagagem de mão.
O comandante da aeronave informou que estava um Abel Xavier na classe turística e pediu apoio da NATO, com caças, um árbitro e dois fiscais de linha. Informações não confirmadas garantem que Gilberto Madaíl terá sido acordado a meio da noite e autorizado o abate do avião, caso Abel Xavier resolvesse fazer algo parecido com a mão na bola na meia-final do Euro 2000, para mais uma vez levar toda a gente ao fundo com ele.

de Mário Botequilha

Para os cinéfilos


342 filmes em sete minutos




Em 2008, o designer e escritor Kees van Dijkhuizen resolveu homenagear o cinema e compilou, num trailer de 6 minutos e 18 segundos, os seus filmes preferidos do ano. Deixou muitas fitas de fora. Pior: incluiu Haverá Sangue, vencedor de dois Óscares, no rol e foi duramente criticado pelos cinéfilos americanos. Tudo porque o filme, com Daniel Day-Lewis, estreou oficialmente em 2007 mas só chegou às salas europeias no ano seguinte. "Sou holandês, por isso é que o Haverá Sangue apareceu", explicou, na altura, num blogue.
Desta vez, Kees van Dijkhuizen não quis deixar espaço para reparos por isso empenhou-se bem mais a sério. O resultado é um vídeo brilhante e cheio de ritmo, com cenas retiradas de 342 filmes estreados em 2009. Tudo em sete minutos. E com uma óptima banda-sonora.

Daqui


1 de janeiro de 2010