15 de dezembro de 2009

PSD prepara lançamento de computador alternativo ao Magalhães


Desejando calar os adversários políticos que acusam o partido de ser retrógrado e avesso às novas tecnologias por ter exigido uma comissão de inquérito ao computador Magalhães, o PSD apresentará em breve um computador próprio, que, à semelhança do orgulho informático de José Sócrates, também terá baixo custo, será de fácil utilização e continuará a funcionar depois de ensopado em leite com chocolate. Trata-se do Lopes, pequeno computador de cores garridas que, sem dúvida, será usado pela pequenada para preencher as horas de pausa entre utilizações dos seus computadores “adultos” com processadores e software complicados.

À semelhança do que sucede com o Magalhães, resultante de uma parceria entre o Estado português e a Intel, também o Lopes será “filho” de uma parceria com uma empresa de prestígio internacional no ramo das tecnologias. A empresa escolhida foi a Microsueft, maior fabricante de calculadoras da província espanhola de Huelva, recentemente saída de um penoso processo judicial interposto por uma empresa americana, sendo injustamente forçada a adoptar a designação actual e a abandonar todas as referências ao nome anterior (Microsioft).

O projecto foi apresentado por José Pedro Aguiar Branco, líder parlamentar social-democrata, que confessou ter já em casa um protótipo do Lopes e ser o único computador que usa, assegurando que é suficiente para todas as suas necessidades informáticas. Dotado de um processador de calculadora científica de última geração, o novo computador será capaz de desempenhar todas as funções permitidas por um computador convencional, desde que esse computador apenas seja usado para executar operações matemáticas. A alimentação será feita com seis pilhas AA, permitindo uma utilização média de 27 minutos, podendo o Lopes ser também ligado a uma bateria de automóvel através de cabos não incluídos na embalagem.

Quanto ao nome escolhido, Aguiar Branco explica que se pretendeu homenagear Diogo Lopes de Sequeira, governador da Índia e primeiro português a navegar até Malaca, uma figura histórica pouco conhecida, mas que, ao contrário de Fernão de Magalhães, nunca se colocou ao serviço dos espanhóis. A designação terá sido proposta por um deputado e militante de relevo do PSD. Quando lhe foi perguntado se terá sido Santana Lopes e se a coincidência de apelidos não lhe parecia suspeita, Aguiar Branco reflectiu durante alguns segundos antes de atirar propositadamente uma caneta ao chão, baixando-se para a apanhar e gatinhando para fora da sala onde decorria a conferência de imprensa.

José Sócrates, primeiro-ministro e fã número um do Magalhães, considerou o Lopes um projecto ridículo e inútil, visando atribuir computadores com capacidades limitadas a crianças que, na sua maioria, já usam computadores com frequência, apenas para permitir a um partido vangloriar-se de promover as novas tecnologias com um produto supostamente português que, na verdade, terá muito pouco de nacional além do nome. A seguir, o primeiro-ministro foi atingido com uma cotovelada aplicada por um colaborador próximo, que o fez calar-se a tempo.

A Inépcia sabe que outros partidos preparam também as suas propostas tecnológicas. Entre as principais forças representadas no Parlamento, apenas o CDS não terá qualquer proposta, visto que a maioria dos seus militantes considera que a tecnologia resulta de um esforço conjunto de Satanás e Karl Marx. O PCP lançará na próxima Festa do Avante um revolucionário modelo de relógio de pulso digital de fabrico checoslovaco guardado na cave da sua sede desde 1984 e, antes disso, o Bloco Esquerda anunciará que Francisco Louçã é um andróide.

Daqui

COM O LOPES NADA SERÁ COMO DANTES.
VIVA O LOPES.




Portugal destruiu empregos ao dobro da velocidade da UE


Serviços e imobiliário explicam porque Portugal eliminou emprego no terceiro trimestre ao dobro do ritmo da zona euro

A economia portuguesa está a destruir empregos a uma velocidade cada vez maior face à média dos 16 membros da zona euro, mostram dados ontem publicados pelo Eurostat. No terceiro trimestre Portugal perdeu empregos em praticamente todas as áreas - com excepção do sector público -, mas é no comércio, na restauração, no turismo e no imobiliário que a sangria se está a agravar a um ritmo maior face à média do euro, apurou o i a partir de dados fornecidos pelo instituto estatístico europeu. A tendência de degradação cada vez mais profunda do mercado de trabalho português, ampliada pela recessão internacional, continua a ser a principal preocupação dos portugueses (ver texto ao lado).

No terceiro trimestre foram destruídos 161 mil empregos face ao mesmo período do ano anterior, um ritmo de variação quase 50% acima da média da zona euro. Esta divergência tem vindo a acelerar ao longo de 2009: entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano a taxa de destruição de emprego foi de 1,1% (menos 58 mil postos de trabalho), mais do dobro dos 0,5% registados pelo clube do euro.

"O número [para a zona euro] mascara divergências consideráveis entre estados membros", destaca Martin Van Vliet, economista do banco holandês ING. "Quedas abruptas no emprego em Portugal e em Espanha contrastam com quebras menores em países como a Alemanha e a Áustria", acrescenta à Reuters.

Dados mais detalhados do Eurostat permitem perceber que em Portugal as áreas do comércio/restauração/hotéis, assim como o conjunto imobiliário/sector financeiro/transportes são aquelas em que o ritmo de destruição de postos de trabalho tem sido superior à média europeia (ver caixas ao lado). No conjunto, estes negócios empregam cerca de 40% do total da população activa em Portugal.

A degradação nestes sectores explica-se não só pela recessão, mas também pela preponderância de trabalhadores com contrato a termo - estes sofrem uma taxa de destruição de emprego três vezes maior do que as pessoas com vínculo permanente, nota o Livro Branco das Relações Laborais, um estudo feito para a reforma do código laboral. Os trabalhadores afectados são também, em regra, os que têm qualificações e salários mais baixos, mais facilmente substituídos pelas empresas.

"A segmentação [contratual entre precários e contratados permanentes] no mercado de trabalho português é maior face à da zona euro", aponta ao i o sociólogo Pedro Adão e Silva. "A flexibilidade no mercado de trabalho em Portugal é feita por este lado", acrescenta.

Outros sectores de peso no emprego, como a indústria transformadora e a construção - que juntas valem 27% do empregos em Portugal - contribuem também para a destruição de empregos: a construção registou a segunda taxa mais negativa entre o segundo e terceiro trimestres. Contudo, nestes sectores a quebra, ainda que pronunciada, é inferior à da média europeia, onde países como Espanha, Malta e Irlanda sofreram enormes perdas.
Portugal, terceiro pior na OCDE A destruição líquida de empregos - que equivale a dizer que os postos de trabalho eliminados foram superiores aos criados - está directamente ligada à subida da taxa de desemprego em Portugal. Em Outubro cifrou-se num máximo de 10,2%, o terceiro valor mais alto no conjunto dos 30 países desenvolvidos, apontou ontem a OCDE.

Ontem, a ministra do Trabalho garantiu que segue com "muita atenção" a destruição de emprego em Portugal, tendo garantido a continuação de medidas de apoio às empresas e aos trabalhadores activos. A oposição criticou o atraso da execução do plano anti-crise do governo (PSD) e sugeriu apoios às pequenas e médias empresas (CDS). Um relatório anual da Comissão Europeia sobre emprego em 2009, a ser divulgado hoje em Bruxelas, sublinha que estas medidas de apoio, adoptadas por todos os países, têm contribuído para a estabilização das economias - o desafio, aponta a Comissão, é equilibrar estas panaceias com reformas de longo prazo.

de Bruno Faria Lopes

Pensamentos


"Não roube! O Governo não gosta de concorrência."

Um carinho da nossa Maria

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Outro carinho da nossa Maria

E porque estamos perto do Natal... :o)

14 de dezembro de 2009

A saudação ideológica através dos tempos

Vamos dar uns murros?


O boxe masculino é um desporto muito violento, a malta arranca orelhas uns aos outros, há sangue por todo o lado, sobrolhos abertos, narizes partidos e muitas coisas mais.

O que este desporto, quando jogado no feminino, tem de bom, é que se vê duas mulheres a lutar uma com a outra, às vezes até pode haver lama, elas estão bastante despidas, puxam cabelos, etc...

Enfim, apesar de ser um desporto violento, quando duas mulheres se juntam para lutar, até pode ser bastante agradável à vista

Daqui


AGRADÁVEL À VISTA? SE É!
VÁ LÁ PESSOAL, BORA DAR UNS MURRITOS.



Poder absoluto


Marcello Caetano costumava dizer que os portugueses não estavam talhados para democracias parlamentares. Os ingleses, com certeza. Mas nós? Ignorantes e incivilizados?
Sempre deplorei a tese: como alguém dizia, a democracia é o pior regime, com a excepção de todos os outros. Infelizmente, o PS não concorda e subscreve a versão antidemocrática do prof. Marcello. Ao persistir na lamúria contra a oposição e ao tentar arrastar pateticamente o Presidente da República para o ringue, o PS confessa que só existe um tipo de poder que se ajusta aos portugueses: o poder absoluto, sem espaço para ‘diálogo’, ‘vigilância’ ou ‘negociação’. O Parlamento, na concepção do PS, não passa de um empecilho, que o eng. Sócrates suspendia de bom grado.

Sim, o país mudou no 25 de Abril. Pena que o PS de hoje tenha ficado no dia 24.

de João Pereira Coutinho

12 de dezembro de 2009

Opção de carreira


Carlos Horta e Costa... mais um...


CTT: 16 acusados de corrupção, branqueamento e fraude fiscal
Seis arguidos estão inibidos de exercerem funções públicas. Ex-presidente da empresa, Carlos Horta e Costa acusado de danosa e de ter provocado prejuízo de milhões de euros aos CTT.
«Foi, ainda, requerida a declaração de perda a favor do Estado de todos os valores envolvidos em práticas corruptivas e deduzido pedido de indemnização civil a favor da administração fiscal», acrescenta a PGR.
Por último, foi requerida a aplicação de sanção acessória de inibição do exercício de funções públicas, quanto a 6 arguidos, e medida de segurança de inibição do exercício do comércio, quanto a 3 arguidos.
Carlos Horta e Costa, ex-presidente dos CTT, Manuel Baptista, ex-vice-presidente da empresa e Gonçalo Ferreira da Rocha, vogal da administração, foram acusados do crime de gestão danosa, tendo provocado um prejuízo de vários milhões de euros aos CTT, de acordo com a edição online do jornal «Sol».
Os três ex-administradores foram ainda acusados do crime de participação económica. Em causa está o negócio de venda de prédios dos Correios localizados em Coimbra e em Lisboa às empresas TCN e Demagre.
Os ex-gestores incorrem agora numa pena máxima de prisão até cinco anos.
Entre os arguidos figura também o actual presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Encarnação.
COMENTÁRIO: Segundo o TVI24, Carlos Horta e Costa diz que "faria tudo outra vez"...
PUDERA!!!
Com a impunidade que há neste País miserável... NEM SE ARREPENDEM... quando são apanhados...
A Justiça é só para alguns!!!
Em 29/01/2008 nós denunciámos AQUI o caso do Prédio dos CTT de Coimbra. Muito antes de se saber pela Comunicação Social e do caso ser público.
Também denunciámos o caso que se seguiu da comissão de 1.000.000€ para os "amigos dos CTT".

Nós fizemos o nosso trabalho. Os tribunais que não se acobardem e FAÇAM JUSTIÇA.