3 de julho de 2009

Legitima defesa

É claro que o Manuel Pinho ficou ofendido.

2 de julho de 2009

Manuel Pinho - Que falta de nível



Como é possivel descer-se tão baixo?
Isto aconteceu em plena Assembleia da República.
Não dá para ver a que deputado foi dirigido o piropo,
mas que é duma baixeza a toda a prova, é.
Espero que se demita!




Tubarão avistado por pescadores

Torres Vedras:
Bandeira vermelha

hasteada em várias praias

Um tubarão com cerca de dois metros e meio de comprimento foi avistado ontem a trezentos metros da costa, próximo da praia da Santa Rita, em Torres Vedras. Dois pescadores desportivos gravaram imagens em vídeo e transmitiram a informação à Capitania de Peniche, que ia avaliar a situação e medidas a tomar. Por iniciativa dos concessionários, várias praias estiveram algumas horas com a bandeira vermelha hasteada.

José Leitão e Vítor Estevão foram surpreendidos pelo aparecimento do tubarão cerca das onze e meia da manhã. "Andávamos no barco e avistámos a barbatana dorsal e fomos ver mais de perto e verificámos que era um tubarão. Devia estar ferido, pelo menos parecia ter um corte no focinho e numa barbatana, e tinha um movimento lento", relatou ao CM José Leitão, acrescentando que o animal "andava à superfície e de vez em quando baixava meio metro".

"Tinha uma cor cinzento escuro, perto de dois metros e meio de comprimento, o que é fora do normal do que costuma ser avistado na costa portuguesa, que não ultrapassam um metro. Conseguimos confirmar que não era um tubarão-azul nem uma tintureira, mas não sabemos se é carnívoro", adiantou Vítor Estevão. Segundo fonte da Capitania, "só na posse da descrição e de todos os pormenores é que serão equacionadas medidas".

Francisco Gomes

CUIDADO VERANEANTES! SEGUNDO CONSTA

OS GAJOS FAZEM ESTRAGOS À BRAVA.



1 de julho de 2009

Quando abre a boca ou sai mentira ou asneira

O senhor não tem idade
nem curriculum...!' - in
José Sócrates na
Assembleia da Républica.


O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: ' Você não tem idade nem curriculum ...'.

Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:

Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).

Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal;

'referee' para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre 'The Years of High Econometrics' que

será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

Obras publicadas:

Ensaios políticos

Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)

Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)

A Maldição de Midas - A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)

A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)

A Globalização Armada - As Aventuras de George W. Bush na Babilónia,

com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)

Ensaio Geral - Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando

Rosas (Edições D. Quixote, 2004)

Livros de Economia

Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)

The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da

Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes

Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)

Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)

Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)

Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)

As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e Chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)

___________________________________________________________________

* Fonte Wikipédia

Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade

Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como

Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos

assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade

política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como

deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora

ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio

de uma empresa de venda de combustíveis.

Quanto a curriculuns estamos conversados!

Quanto à idade devem ter diferença de meses...

________________________________________

Comparar o currículo de Sócrates a Louçã, é o mesmo que dizer que o vinho a martelo é superior a uma Cartuxa Reserva 2002 Tinto.

Recebido por email

Sobre o Manifesto pela Despesa Pública I

Um grupo de 51 personalidades ligadas à esquerda e à extrema esquerda resolveu fazer aquilo a que chamam um Manifesto pelo Emprego. Ao que parece acreditam que “só com emprego se pode reconstruir a economia”. Atribuem a crise mundial às desigualdades, à especulação financeira, a mercados mal regulados e a escassa capacidade política. Mas depois dizem que a crise mundial é uma crise de contracção da procura, o que sugere que no tempo das desigualdades, da especulação financeira, os mercados mal regulados e da escassa capacidade política, a procura era elevada.

Para resolver o tal problema da contracção da procura propõem vigorosas medidas contraciclicas. Fazem-no com cerca de 9 meses de atraso em relação a Paul Krugmann, que o fez em Setembro passado, e fazem-no depois de todos os governos do mundo, incluindo o português, terem injectado quantidades colossais de dinheiro na economia (ainda não chega?). Note-se que a solução apresentada por estes 51 notáveis nada tem a ver com os factores que segundo eles causaram a crise. Eles não defendem a redução das desigualdades, nem o combate à especulação financeira, nem a regulação dos mercados nem o aumento da capacidade política. Defendem um vigoroso estímulo contraciclico, do qual os primeiros e principais beneficiários seriam, inevitavelmente, as grandes empresas de obras públicas, os especuladores financeiros e os tais políticos a quem se atribui falta de capacidade política. E quem pagaria essas obras públicas?

Não deixa de ser interessante que estes 51 notáveis considerem que projectos com “impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social” sejam projectos na área das obras públicas, sobretudo na construção civil (beneficiando muito mais a Mota-Engil à custa do dinheiro dos contribuintes) como a reabilitação do parque habitacional (no preciso momento em que o mercado imobiliário está deprimido e a procura por habitação declinou), a expansão da utilização de energias renováveis (subsidiadas, obviamente), a modernização da rede eléctrica (ideia copiada das propostas americanas, onde poderá fazer sentido, mas aqui faz?), projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária (isto leva ao TGV, que como se sabe não pára nem em Bragança nem em Faro, não contribuindo em nada para o aumento da coesão territorial. Nem para a coesão social porque o TGV será um subsídio dos contribuintes mais pobres às elites viajantes).

No fundo, os 51 notáveis acreditam que, se gastarmos agora o dinheiro que a economia privada vai ter que pagar no futuro sob a forma de impostos, em projectos que inevitavelmente terão retorno muito baixo ou negativo, ganhamos mais do que se deixarmos a própria economia privada decidir em que projectos vale a pena apostar agora, se é que vale a pena apostar em alguma coisa agora. O que nos leva à questão que a Helena Matos já colocou neste blog: qual é o currículo destes notáveis em matéria de escolha de investimento que os tornam particularmente habilitados para decidir em que é que todos nós, via Estado, devemos investir?

Publicado por JoaoMiranda

Cavaco faz comunicação ao país sobre situação do Benfica às 20h de hoje

O Presidente da República ganhou o gosto de se pronunciar publicamente sobre tudo e mais alguma coisa (da PT à banca, da resposta ao programa do professor Marcelo à melhor forma de demolhar o bacalhau) e vai, na quarta-feira às 20 horas, dirigir-se ao país para opinar sobre a suspensão das eleições do Benfica, o corte de cabelo de Jorge Jesus e as últimas radiografias de Pablo Aimar.

O apelo à intervenção do chefe de estado veio do jornal “A Bola” e de outras forças vivas do Benfica. Cavaco deverá apelar à pacificação do clube da águia e anunciar a integração do passivo do Benfica na dívida pública.

Por Mário Botequilha

A agonia do PS

Será penosamente que Sócrates e o PS se arrastarão até às próximas eleições legislativas. Dobrados, curvados, ao peso das mentiras e golpadas que o tempo e as circunstâncias se encarregaram de desmascarar. Não se trata portanto das “trapalhadas” por inabilidade política como aconteceu com o governo de Santana Lopes, mas das manobras, das golpadas, calculadas e estudadas nos gabinetes ministeriais, agora clara e totalmente visíveis.

Os eleitores, se sorriem das trapalhadas, tornam-se severos, irritados, quando se sentem enganados. Sócrates perdeu com este episódio do negócio da PT/Prisa, toda a confiança do eleitorado e de um modo definitivo. A partir de agora jamais alguém acreditará na bondade deste governo. Encontra-se irremediavelmente condenado, completamente descredibilizado, e em total agonia até às próximas eleições. Procurará encontrar apoios por todo o lado, como esse patético manifesto dos 52 ou os jantares com Mexias e Carrapatosos, mas outra coisa não fará que arrastar para o vexame quem a partir de agora se preste a tais manobras.
Por outro lado se Louçã, como as suas últimas intervenções parecem fazer crer, erguer como primeiro adversário o PSD, não será de estranhar o esvaziamento do “balão eleitoral” alcançado nas eleições europeias pelo Bloco de Esquerda. Igual cuidado deverá ter o PCP. Uma tal estratégia não será do agrado do eleitorado que manifestamente optou por uma nova alternativa. A ser seguida por estes partidos uma tal opção, só colocará o PSD muito próximo ou mesmo em maioria absoluta. Situação impensável há pouco tempo atrás.

Retirado daqui

TEXTO DE PEDRO ABRUNHOSA

"A contínua hostilização aos professores feita por este, e outros governos, vai acabar por levar cada vez mais pais a recorrer ao privado, mais caro e nem sempre tão bem equipado, mas com uma estabilidade garantida ao nível da conflitualidade laboral.O problema é que esta tendência neo-liberal escamoteada da privatização do bem público, leva a uma abdicação por parte do estado do seu papel moderador entre, precisamente, essa conflitualidade laboral latente, transversal à actividade humana, a desmotivação de uma classe fundamental na construção de princípios e valores, e a formação pura e dura, desafectada de interesses particulares, de gerações articuladas no equilíbrio entre o saber e o ter.O trabalho dos professores, desde há muito, vem sendo desacreditado pelas sucessivas tutelas, numa incompreensível espiral de má gestão que levará um dia a que os docentes sejam apenas administradores de horários e reprodutores de programas impostos cegamente.(…)O que eu gostaria de dizer é que o meu avô, pai do meu pai, era um modesto, mas, segundo rezam as estórias que cruzam gerações, muito bom professor e, sobretudo, um ser humano dotado de rara paciência e bonomia. Leccionava na província, nos anos 30 e 40, tarefa que não deveria ser fácil à altura: Salazar nunca considerou a educação uma prioridade e, muito menos, uma mais-valia, fora dos eixo Estoril-Lisboa, pelo que, para pessoas como o meu avô, dar aulas deveria ser algo entre o místico e o militante.Pois nessa altura, em que os poucos alunos caminhavam uma, duas horas, descalços, chovesse ou nevasse, para assistir às aulas na vila mais próxima, em que o material escolar era uma lousa e uma pedaço de giz eternamente gasto, o meu avô retirava-se com toda a turma para o monte onde, entre o tojo e rosmaninho, lhes ensinava a posição dos astros, o movimento da terra, a forma variada das folhas, flores e árvores, a sagacidade da raposa ou a rapidez do lagarto. Tudo isto entrecortado por Camões, Eça e Aquilino.Hoje, chamaríamos a isto ‘aula de campo’. E se as houvesse ainda, não sei a que alínea na avaliação docente corresponderia esta inusitada actividade. O meu avô nunca foi avaliado como deveria. Senão deveria pertencer ao escalão 18 da função pública, o máximo, claro, como aquele senhor Armando Vara que se reformou da CGD e não consta que tivesse tido anos de ‘trabalho de campo’. E o problema é que esta falta de seriedade do estado-novo no reconhecimento daqueles que sustentaram Portugal, é uma história que se repete interminavelmente até que alguém ponha cobro nas urnas a tais abusos de autoridade.Perante José Sócrates somos todos um número: as polícias as multas que passam, os magistrados os processos que aviam, os professores as notas que dão e os alunos que passam. Os critérios de qualidade foram ultrapassados pelas estatísticas que interessa exibir em missas onde o primeiro-ministro debita e o poviléu absorve.(…)"

Pedro Abrunhosa

Recebido por email




Sem fundo!

O Partido Socialista há muito se habituou a manejar Fundações várias, da mesma maneira que os cidadãos comuns manejam os seus porta moedas. A grande diferença é a dimensão dos orçamentos. Desde que foi imperioso para Soares e para os seus cúmplices, à época, poderem movimentar milhões às escondidas, para financiar a contra-revolução, fazendo entrar no país rios de dinheiro vindo dos EUA, da Alemanha, etc, para o fazer chegar às mãos de toda a sorte de crápulas, cobrindo um vasto leque que terá ido desde redes bombistas e incendiários “espontâneos” de Centros de Trabalho do PCP, até à criação de sindicatos “amarelos”, o PS não consegue passar sem ter sempre uma ou duas “Fundações” ao seu dispor para gerir as suas redes de influências e interesses.

Tal é o vício, que mesmo enquanto Governo, não resiste à tentação de ter maneira de fazer chegar às mãos “amigas” os pagamentos de favores, sem ter que se aborrecer com papeladas, concursos, explicações e todo esse tipo de empecilhos... e lá vai “Fundação” p’ra cima! Ele já foi a do Armando Vara, que supostamente tratava da segurança rodoviária, ele agora é esta das comunicações móveis... é um fartar!

Paralelamente, como que por castigo pela nossa passividade, vamos assistindo às dezenas de passagens por cargos ministeriais e postos menores em Secretarias de Estado, que acabam, invariavelmente, em belos “empregos”, com belos nomes e ainda mais belos ordenados. As maiores empresas portuguesas, principalmente as que têm participação pública, a Caixa Geral de Depósitos e até outros bancos, em vez de criarem riqueza para o país, são sangradas diariamente por exércitos de assessores, vogais, conselheiros e, principalmente, conselhos de administração, tão gigantescos quanto inúteis.

Todo este filme me passou à frente, lendo mais uma estória de um ex-chefe de gabinete de Sócrates que se “deu muito bem”.

PS, PSD e CDS, tornaram-se especialistas em fornecer “gestores”. Os génios que cá, como no resto do mundo, arrastaram a economia para a pocilga em que está a chafurdar.

Alguns, ingenuamente, tentam a sorte por sua conta. O meu pensamento “solidário” vai muitas vezes para essa gente, os Isaltinos, as Fátimas Felgueiras, os Mesquitas Machados, etc, etc, etc. Quando passam, como toda a gente, os olhos pelas notícias, devem sentir-se tão pequenos, tão ingloriamente apanhados, tão burrinhos...

Ronaldo agride menor

Lisboa: Estudante Sara Pardal queixa-se
da violência do atleta da selecção.

Sara garante à polícia que se limitava a filmar Cristiano Ronaldo em plena rua por "ser fã dele", mas, em vez de conseguir "um autógrafo" que procurava há horas do jogador do Real Madrid, a rapariga de 17 anos só obteve uma reacção violenta. Na presença da mãe, Dolores Aveiro, Ronaldo saiu do seu Ferrari no Parque das Nações, Lisboa, e partiu a pontapé o vidro do carro onde estava a menor. A vítima ficou ferida, atingida pelos estilhaços. Depois de ter sido assistida no hospital, logo na noite de anteontem fez toda esta descrição na PSP dos Olivais, apurou o CM, onde apresentou queixa.

Correio da manhã 1 de julho de 2009


PRONTO. O DINHEIRO SUBIU-LHE À CABEÇA.
A MERDA VEM SEMPRE AO DE CIMA! PORQUÊ
ESTE TIPO DE REACÇÕES CONTRA AS PESSOAS
QUE O IDOLATRAM. ISTO PARA MIM É MÁ FORMAÇÃO.
SÓ PORQUE A PAROLADA LHE PAGA MILHÕES, JÁ SE JULGA
COM O REI NA BARRIGA. É MUITO TRISTE.