3 de maio de 2009

Famílias portuguesas são das que mais pagam pelo superior


Portugueses gastam 11% do PIB 'per capita' para frequentarem a universidade, mais do dobro do valor de vários países europeus. Mas são os que menos apoios recebem face aos gastos com o ensino. Tese de doutoramento revela que o superior é "elitista" e tem "sérias deficiências" de equidade

Os portugueses são os que mais esforço financeiro têm de fazer, a seguir aos ingleses, para pagar uma educação superior, segundo um estudo que compara Portugal com dez países europeus mais ricos. Os gastos das famílias com o ensino superior correspondem a 11% do PIB per capita português (valores de 2005) , ou seja, dez vezes mais do que na Finlândia, quase quatro vezes mais do que o esforço despendido na Bélgica, Suécia e Irlanda, mais do dobro dos gastos na Áustria e quase o dobro dos 6% que pagam os franceses (ver quadro).

Apesar de suportarem uma carga pesada, os estudantes nacionais são ainda dos que menos apoio recebem, da accão social, segundo a tese de doutoramento"O Financiamento do Ensino Superior - A partilha de custos" , de Luísa Cerdeira, administradora da Universidade de Lisboa, a que o DN teve acesso. Os apoios só cobrem 18% dos custos dos alunos que beneficiavam de acção social, contra percentagens que variam entre 20 e 93 por cento em vários países europeus, com excepção de Itália e Irlanda, ainda mais desfavoráveis que Portugal.

Estas duas situações, aliadas à origem sócio-económica dos alunos universitários leva a autora da tese, defendida há poucos dias, a considerar ao DN, que "o sistema universitário português tem um pendor elitista". A autora diz mesmo que existe uma "séria deficiência", no que respeita à equidade e à acessibilidade ao sistema de ensino. Não só a maioria dos alunos inquiridos no estudo é de estratos de rendimentos médio (78%) ou médio/alto (12,5%), como "os pais dos universitários têm habilitações significativamente mais elevadas do que o do conjunto da população portuguesa com idade análoga".

Comparando os resultados apurados no seu estudo com o da OCDE "Education at Glance", de 2007, Luísa Cerdeira concluiu que "Portugal, no conjunto dos países abrangidos, apresenta o resultado mais desfavorável". Isto porque o desnível entre os pais de alunos universitários e não universitários é o maior nos dez países, sendo mais de três vezes superior, contra apenas um diferencial de 1,5 em Espanha, ou 1,7 em Itália.

Para esta situação pode ter contribuído o aumento substancial das propinas no ensino público, que subiram 452% numa década, entre 1995 e 2005, para os valores actuais que podem chegar até perto de mil euros anuais.

Apesar das instituições do ensino superior se debaterem actualmente com falta de verbas, devido aos cortes orçamentais e à imposição de novas obrigações, a administradora da Universidade de Lisboa diz que "neste cenário, em que os alunos portugueses já estão sobrecarregados, não há margem de manobra para aumentar propinas, até porque já quase todas as instituições têm as propinas no valor máximo". Em contrapartida, defende "mais políticas de apoio social".

O estudo identificou o custo médio anual total da frequência no ensino público, estimando-o em 5310 euros. E concluiu que os alunos do ensino privado pagam mais 53% do que os do ensino público.

por CARLA AGUIAR


SEMPRE NA FRENTE PELOS PIORES MOTIVOS!



Agricultura: «Governo perdeu mil milhões»

Ribeiro e Castro acusa executivo do PS de não defender os interesses do país


O eurodeputado do CDS-PP, Ribeiro e Castro acusa o Governo liderado por José Sócrates de «não ter aproveitado milhões de euros em fundos europeus» para a agricultura nacional. «Mil milhões de euros», especifica. Ribeiro e Castro afirma mesmo com alguma ironia que, em Bruxelas, todos gostam do ministro da Agricultura, Jaime Silva, já que os fundos «são devolvidos» e «utilizados por outros países». Ou seja, para o eurodeputado, Jaime Silva, «não tem servido os interesses de Portugal», mas sim os de Bruxelas.



INCOMPETÊNCIA É APELIDO!


Tanto sacrifício se tem vindo a exigir ao Povo Português para depois assistir-mos a este descalabro. Esta gente tem que prestar contas ao povo por estas barbaridades.
B A S T A!


Medina Carreira - Entrevista RCP/CM

Políticos ocupadíssimos


A fragata portuguesa Corte Real, que comanda as operações de segurança da NATO ao largo da Somália, voltou a detectar actividade criminosa e acabou por interceptar 19 piratas fortemente armados. Logo a seguir, porém, teve de libertá-los, porque o nosso Código Penal não contempla o crime de pirataria.

É um caso exemplar: Portugal comanda a missão naquela região assolada por piratas, mas a representação portuguesa é inconsequente por lacuna legislativa. O poder político não sabia? O Governo, a Assembleia da República, a maioria socialista, os partidos com assento parlamentar — ninguém sabia nem podia tomar a iniciativa legislativa atempadamente?

Sabiam e podiam, claro. Só que estavam ocupados a legislar sobre o financiamento dos partidos sem documentação de suporte...


Quer traficar droga, branquear dinheiro, fugir ao Fisco? Quer roubar um banco, a carteira de uma velhinha, um automóvel? Quer insultar um político, adjudicar uma obra pública ao seu amigo, abastecer-se de gasolina sem pagar? É fácil: cubra a cabeça com um lenço estampado, tape um olho com uma pala preta e enfie uma perna de pau. A legislação portuguesa impede a detenção de piratas!

por João Carvalho


2 de maio de 2009

'Britain's Got Talent' com nova estrela

A mais recente descoberta do programa 'Britain's Got Talent' tem apenas 10 anos.

Trata-se de Hollie Steel, candidata a bailarina e cantora que convenceu o júri com a interpretação de 'I Could've Danced All Night':



IMPRESSIONANTE!!!!!

MAIS NOVE CENTROS COMERCIAIS


Portugal vai ter mais nove centros comerciais

De toda a Europa chegam notícias de cancelamento de projectos de centros comerciais, num total de sete milhões de metros quadrados. Em Portugal, pelo contrário, serão lançados nove novos centros comerciais, de onde se destaca o Dolce Vita Tejo, a inaugura dia 7 de Maio, já considerado o maior de Portugal e um dos dez maiores da Europa.

Esta terrinha é um imenso centro comercial.
Acabaram com o pequeno comércio tradicional e fizeram monstros de betão, cheios de pequenas lojas que já há muito se encontram completamente vazias e ninguém sabe como sobrevivem.
Enquanto o resto da Europa vai fazendo marcha atrás com esses empreendimentos, nós por cá continuamos na senda do bota abaixo.
Precisamos é de produzir para exportar. O problema é que os nossos governantes estão-se positivamente nas tintas para o progresso do país, estão mais interessados em alimentar a corrupção que estes licenciamentos proporcionam (Freeport's e Cª). E assim vamos alegremente facilitando o enriquecimento ilícito de montes de parasitas.

E O POVINHO
VAI LEVANDO NO FOCINHO




Sócrates assegura que Portugal está preparado para responder a uma pandemia de gripe

Cidadãos podem confiar no Sistema Nacional de Saúde, diz primeiro-ministro

O primeiro-ministro José Sócrates garantiu hoje que Portugal "está preparado" para responder a uma "emergência" relacionada com a Gripe A (H1N1) e que os portugueses "podem confiar" no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

"Ninguém no mundo o desejará, mas nós estamos preparados para responder a qualquer emergência" e "temos todas as condições para poder reagir em caso de isso ser necessário", disse o Chefe de Governo durante uma visita à 26ª Ovibeja, quando questionado sobre se Portugal está preparado para responder a uma eventual pandemia de Gripe A (H1N1).

José Sócrates elogiou o SNS por ter reagido com "prontidão" à actual situação, "construindo rapidamente todos os procedimentos e uma organização que permita reagir imediatamente".

"Neste momento, isso dá tranquilidade e confiança aos nossos concidadãos. Não temos nenhum caso confirmado de gripe A e estou convencido que os nossos concidadãos podem confiar no SNS", "como um instrumento que está preparado para responder a qualquer emergência", assegurou José Sócrates.

O primeiro-ministro, acompanhado pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva, visitou o maior certame agro-pecuário do Sul do País a decorrer até domingo no Parque de Feiras e Exposições de Beja.


DÁ PARA ACREDITAR?
NÃO SEI. TENHO MUITAS DÚVIDAS.
DEPOIS DE TANTA PUBLICIDADE ENGANOSA...



1 de maio de 2009

Documentos da casa de mãe de Sócrates perderam-se no notário

O Ministério Público (MP) recebeu esta semana uma participação da Ordem dos Notários, que dá conta do desaparecimento dos documentos que suportavam a escritura notarial e identificavam a empresa offshore que vendeu o apartamento no Heron Castilho, em Lisboa, a Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro.

A queixa criminal foi feita ao DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal), onde decorre o inquérito ao ‘caso Freeport’, e também ao DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) de Lisboa.

A descoberta foi feita no cartório de Lígia Monteiro, na zona de Santos. A notária, quando se preparava para entregar a escritura da casa de Adelaide Monteiro a um jornalista, pediu a uma funcionária que lhe fosse buscar ao arquivo o maço onde deveriam estar os documentos para os quais a escritura remete. Nomeadamente, os documentos relativos ao imposto de sisa, à identificação da procuradora que, segundo a escritura, representou a empresa vendedora – a Stolberg Investiments Limited, uma offshore sediada nas Ilhas Virgens Britânicas –, bem como o certificado da Incorporação da Sociedade e respectivos documentos.

Mas, no maço para que remetiam todas as escrituras daquele ano, apenas as que se referem à compra do apartamento de Maria Adelaide Monteiro tinham desaparecido. A notária ficou estupefacta e deu ordens para que se procurasse nos maços seguintes. «Nunca me tinha acontecido aquilo. Há regras: os livros têm de estar numerados por folhas e não pode falhar um documento», explicou ao SOL.

Por Felícia Cabrita


É MAIS UMA COINCIDÊNCIA. DE QUEM É A CULPA DESTA VEZ?
PENSAM QUE SOMOS PARVOS.
É A CAMPANHA NEGRA!



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A NOSSA JUSTIÇA JÁ É COBIÇADA



O dia em que verdadeiramente caiu o fascismo em Portugal


O povo saiu à rua para ver e ouvir Álvaro Cunhal e Mário Soares juntos, unidos por um dia. A Revolução de Abril conquistava em Maio, em Lisboa e no resto do País, "conteúdo social e de esquerda". Será possível hoje, em tempo de crise, recuperar essa unidade esquecida?

O escritor Urbano Tavares Rodrigues, subitamente, viu-se beijado por mulheres que nunca antes tinha visto. "Elas conheciam-me, saíam do meio da multidão e vinham beijar-me: sentiam que deixavam de ser escravas." Além dos afectos imprevistos, no "inesquecível" primeiro dia de Maio de 1974, trocaram-se flores, sorrisos, a urgência da revolta. A esquerda irrompe unida, breve namoro.

Naquele dia "em que Lisboa enrouqueceu de alegria", titulava o JN, o autor de Bastardos do Sol caminhava ao lado de Álvaro Cunhal e Mário Soares, acabados de regressar do exílio. "Pensei que ali se abria o caminho para uma democracia avançada", conta. "Pensei que era possível, sou muito ingénuo", ironiza o escritor.

A unidade da esquerda depressa se esfumava - as vias para a consolidação da democracia divergem.

Fugaz a confluência à esquerda, mas o Primeiro de Maio de 1974, feriado nacional obrigatório por decreto da Junta de Salvação Nacional, é momento decisivo na Revolução. Mário Soares pressentiu isso no momento, e disse-o, quando usou da palavra, aos milhares de manifestantes: "No dia 25 de Abril derrubou-se, pela intervenção das Forças Armadas, o regime, o governo fascista, mas foi aqui que nós verdadeiramente destruímos o fascismo!"

O líder do PS, refere José Medeiros Ferreira, chamava assim os partidos para "uma aliança interpartidária, civilista, como motor da Revolução". O PCP, segundo o historiador, "prefere, além da aliança interpartidária, uma aliança com Movimento das Forças Armadas".

Caminhos diferentes, e, desse modo, iriam continuar. Todavia, esse facto não retira força ao "inesquecível" Dia do Trabalhador, comemorado com imensa participação em todo o País. O povo saiu à rua e, na análise de José Medeiros Ferreira,"dá um conteúdo social e de esquerda à Revolução, que não teve no início, nos cinco dias seguintes após a derrota da Ditadura" salazarista. Ou seja: "O modelo social português, saído do 25 de Abril, nasce no Primeiro de Maio de 1974."

A História nunca se repete. Mas, por vezes, certos reencontros parecem inevitáveis. Será possível unidade à esquerda como em Maio de 1974? "Não é difícil conceber um novo arranjo político em Portugal", diz Medeiros Ferreira. "Tudo depende dos resultados eleitorais: está tudo em aberto depois das eleições de Outubro."

Urbano Tavares Rodrigues também não põe de parte tal possibilidade. "Aqui, em Portugal, existe essa hipótese." Historiador e romancista convergem ainda noutro ponto: a haver acordo, terá o PS e uma força inexistente há 35 anos, o Bloco de Esquerda, como parceiros. "O PCP ficará de fora", diz Urbano.

por FRANCISCO MANGAS

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1218118


Escândalo!

Em consenso unânime, os partidos aprovaram hoje uma lei cuja única finalidade possível é a da fomentação e da protecção à corrupção política.

Numa conjuntura em que se impõem medidas económicas, as oligarquias partidárias – mais uma vez demonstrando que apenas governam para roubar a nação – aprovaram uma lei sobre o financiamento dos partidos, por unanimidade, que lhes permite encobrir os roubos por corrupção, aumentando 55 vezes o limite desse financiamento em dinheiro líquido. Tudo isto apenas sob o pretexto da necessidade de financiamento do PC na festa do Avante. Em princípio, a lei seria apenas no sentido de permitir a recolha de fundos em dinheiro na festa do Avante, embora com a definição de um limite, e deveria também diferenciar o montante das multas em função da dimensão do partido a que se refere. Os vigaristas mafiosos não perderam a ocasião para a transformar numa defesa da sua própria corrupção. Não restam dúvidas de que os partidos portugueses são associações de malfeitores que se apoiam mutuamente na defesa dos interesses ilícitos comuns.

Sobre o PS já conheciamos as peripécias sobre o assunto e as suas recusas em fazer algo significativo para diminuir a corrupção política. Agora, vê-se também e transparentemente a que ponto a Manela Leiteira nos mente e é vigarista. Nenhuma das pequenas medidas ou mezinhas que o governo tem aposto para fingir contrariar a corrupção tem escapado às críticas da miserável impostora que é a chiba, por insuficientes. De certo que têm sido até mais que insuficientes, mas ela revele-nos agora claramente o seu pensamento ao juntar-se aos outros corruptos para aprovar a lei que lhes permite roubar sem prestar contas, a lei que lava as mãos aos criminosos.

Todos os partidos têm feito um grande alarido contra a corrupção e agora prova-se que, tal como de costume, tem sido tudo banha da cobra barata para papalvos e o que pretendem é unicamente aumentar a corrupção que fingem reprovar paralelamente com a sua impunidade. É a maior afronta e o maior escândalo de todos os tempos, bem superior à arrogância e marketing do Sócrates ou da Leiteira sozinhos; Nem tem equivalente ou semelhança, pois que vem alargar o caminho da corrupção e da sua impunidade.

Num tempo recorde, a lei foi discutida combinada e aprovada por unanimidade pela cambada de deputados corruptos de todos os partidos, facto que atesta o grau e a expansão da corrupção política nacional.

Constata-se claramente como todas as alegações neste sentido expostas neste blog, assim como no do Leão Pelado, no blog da Mentira! ou no Site da Mentira! Apenas pecam por insuficientes.

Somos governados por criminosos de direito comum e de alto calibre.

Vamos continuar a votar nas associações de malfeitores constituídas em partidos políticos, nas oligarquias da máfia? Corramos com eles! Ponham-se-lhes rédeas bem curtas, obriguem-se a prestar contas aos que os elegem. Vote-se em branco, que nenhum dos partidos merece a mínima confiança. Votar num ou noutro é o que eles querem para se irem revezando na exploração: ora rouba uma oligarquia, ora rouba outra. Votar neles é aprová-los, a eles e ao sistema. O sistema tem que passar a impossibilitar a promulgação de leis que não obtenham a aprovação directa da população, num sistema de democracia directa.

Aguardemos agora para ver como o Cavaco se pronunciará, o principal autor da actual miséria nacional à excepção da parte causada pela crise mundial e que pretende chorara lágrimas de crocodilo.

Vejam-se os detalhes:
Público
Diário de Notícias
Sol
Notícias

http://democraciaemportugal.blogspot.com/2009/04/mafia-oligarquica-legisla-para-apoio-da.html