Crise: 230 mil pessoas com dívidas nas farmácias
Reformados já pagam remédios a prestações
OUTROS NEM PARA OS MEDICAMENTOS DÁ!
SENHORES POLÍTICOS DESTA TERRINHA,
TENHAM VERGONHA!!!!!

A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país, fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do BCP que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho.
A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90.000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem.
90.000 € POR CADA REUNIÃO? FAXAVOR!!!!
TADINHOS.. TOU MESMO COM PENA DELES.
Pois...pobres deputados que ganham só 3708 euros de salário-base,mais 10% do salário para despesas de representação, entre outras regalias
http://www.inverbis.net/sistemapolitico/deputados-abonos-duplicam-
vencimento
(tive de apontar para a cache do google porque a página desapareceu...)
É, portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF.......
Pois o Sr. Dr. Almeida Santos não se apercebe o penoso que é para o vulgar cidadão ouvir frases tão deslocadas da realidade que são até ofensivas para quem, de facto, trabalha.

A reforma mais alta dada na Função Pública, este ano, passa dos oito mil euros. Pensões acima dos cinco mil euros, o JN contou pelo menos 13, duas das quais a partir do dia 1 de Abril. Uma delas, atribuída a um juiz desembargador, é de 5951 euros.
Perto de 6900 funcionários públicos passaram à reforma, entre Janeiro e Abril deste ano. A maioria das pensões está entre o salário mínimo nacional e os mil euros por mês, mas já foram atribuídas algumas milionárias. Entre elas estão perto de uma dúzia superiores a cinco mil euros e, até, duas de seis mil euros (dadas a dois quadros superiores, da RTP e dos CTT). A de valor mais alto foi atribuída a uma vice-cônsul: 8059 euros.
Apesar de o Estado também ter pensões baixíssimas, em média, os seus reformados passam a velhice com um rendimento superior aos mil euros, adiantou Maria do Carmo Tavares, dirigente da CGTP e especialista em pensões, no privado, a média está pouco acima de 400 euros, disse.
"Na Função Pública, ninguém se reforma com menos de 36 anos de descontos", justificou Carlos Pereira da Silva, professor universitário e conhecedor dos sistemas de pensões de reforma. Ao contrário, os reformados da iniciativa privada fizeram descontos durante uma média de 21 anos, disse Maria do Carmo Tavares. "No Estado ninguém foge" ao pagamento da Segurança Social e, na iniciativa privada, há trabalhadores que só depois do 25 de Abril tiveram direito a fazer descontos, disse.
A diferença na carreira contributiva é a principal razão que justifica pensões de reforma mais altas na Função Pública, mas não a única: também os salários são, em média, superiores, já que o Estado emprega mais profissionais qualificados, como professores, médicos ou magistrados, do que a iniciativa privada, lembraram.
Uma terceira razão que justifica a diferença nos valores das pensões é o seu método de cálculo. Tanto a Função Pública quanto a iniciativa privada estão a adoptar novas regras mas, durante uma fase de transição, os trabalhadores do Estado ainda beneficiam de um regime mais favorável: parte do valor é igual a 90% do último salário, enquanto que no privado é feita a média dos melhores 10 dos últimos 15 anos de descontos.
AQUI TEMOS A VERDADEIRA DEMOCRACIA PORTUGUESA. QUAL IGUALDADE QUAL CARAPUÇA? A ESMAGADORA MAIORIA DOS REFORMADOS PORTUGUESES A PASSAR FOME, PORQUE A PENSÃO NÃO DÁ SEQUER PARA OS MEDICAMENTOS, E DEPOIS ASSISTIMOS A ISTO "UMA DATA DE COITADINHOS" QUE FICAM A RECEBER ESTAS AUTÊNTICAS BOLADAS.
O POVO ESTÁ DE SACO CHEIO, DEPOIS NÃO SE QUEIXEM!


Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Há uns anos houve uma inundação na garagem do meu prédio. Os carros ficaram com água pelos radiadores, e só de galochas se conseguia aceder a eles e tentar inutilmente tirá-los dali. Continuava a chover e a água, na garagem, não parava de subir. Então, o administrador do condomínio resolveu intervir afixando um comunicado a tranquilizar-nos: "A situação, embora alarmante, não é preocupante". O ministro da Economia, Manuel Pinho, disse-o por outras palavras quando se soube que o desemprego chegara aos 7,6% no último trimestre de 2008, ainda antes da vaga de "layoffs" e fechos de empresas que se seguiu: "É um sinal de esperança…".
Agora, Silva Lopes, ex-governador do Banco de Portugal, revelou que o país corre o risco de deixar de ter crédito no estrangeiro e que a contracção da economia portuguesa pode chegar a 5% ou mais. O Governo e Manuel Pinho dir-nos-ão que a situação, embora alarmante, não é preocupante, e que em breve começarão as obras do TGV. Assim a modos como o Menino Ru de "Joanica-Puff" a afogar-se e a vir a espaços à tona dizendo: "Olhem para mim a nadar, olhem para mim a nadar!".
POIS É! O PROBLEMA É QUE OS MAMÕES DE SEMPRE
FICARIAM SEM AS RESPECTIVAS LUVAS.
ELES É QUE SE INTERESSAM DE ENDIVIDAREM O PAÍS
DURANTE AS PRÓXIMAS DÉCADAS!!!
Sabe quem é António Pinto de Sousa ?
Ora vejam:
É o novo responsável máximo pelo gabinete de comunicação e imagem do IDT
(Instituto da Droga e Toxidependência).
Tem competência atribuída, para empossar quem quiser,
independentemente da sua qualificação académica e profissional,
para os cargos dirigentes do Instituto,
contrariando os próprios estatutos do IDT.
Ahahah... já esquecia de dizer:
É irmão de José Sócrates.