26 de abril de 2007

PORTUGAL OFERECE ESTÁDIO À PALESTINA

O novo Estádio Internacional da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado segunda-feira. O recinto, uma oferta de Portugal aos desportistas palestinianos - cuja const rução custou dois milhões de dólares -, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
Afinal a crise já passou!
Só é pena não terem avisado a gente!

25 de abril de 2007

Google é a marca mais valiosa do mundo

O Google tornou-se em 2006 a marca mais cara do mundo, com uma avaliação de US$ 66,343 bilhões que supera a de General Electric (GE), Microsoft e Coca-Cola, segundo o ranking BrandZ, publicado hoje pela empresa de consultoria Millward Brown.
O site de busca mais usado no mundo aumentou em 77% o valor da sua marca em relação a 2005, o que permitiu à empresa superar a GE (com um valor estimado em US$ 61,88 bilhões), a Microsoft (US$ 54,951 bilhões), a Coca-Cola (US$ 44,134 bilhões), a China Mobile, a Marlboro e a maior rede de supermercados do mundo, a Wal-Mart.

Os criadores do Google, que registaram o domínio google.com em Setembro de 1997, conseguiram em menos de uma década estabelecer uma marca com um valor superior ao do refrigerante mais bebido do mundo, a Coca-Cola, da cadeia de fast-food McDonald's e da marca de carros de luxo BMW.

O valor das 100 empresas da lista, que leva em conta informação financeira e a opinião de mais de um milhão de usuários, cresceu 10,6% frente a 2005, passando de US$ 1,44 trilhão para US$ 1,6 trilhão.

24 de abril de 2007

21 de abril de 2007

PREOCUPACÕES BUSHISTAS

19 de abril de 2007

Ganda Feijoada!

16 de abril de 2007

14 de abril de 2007

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CALAMITOSAS PARA PORTUGAL

Para não virem os "guardiães da verdade" do costume, bramir pessoalmente sobre os inúmeros alertas já aqui feitos sobre as previsões e consequências que as alterações climáticas trarão para o nosso país, passo a citar o Público que publica uma análise ao dossier do Painel das Nações Unidas publicado esta semana:

Síntese dos impactos do aquecimento global na Europa, ontem divulgada em Madrid, reserva para a Europa do Sul o mais duro naipe de consequência


As previsões para Portugal em 2070 não são benévolas. Como todos os países da Europa do Sul, Portugal terá menos chuvas, haverá uma considerável redução da área de florestas, as vagas de calor serão mais habituais, e ainda mais comuns os incêndios. Estas são algumas das conclusões do último relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), cujo capítulo sobre os impactos do aquecimento global na Europa foi ontem divulgado em Madrid.

"A Primavera
e o Verão avançam 2,5 dias, as actividades agrícolas também mudam, como se constata com o aumento de dois por cento do grau alcoólico dos vinhos da Alsácia", referiu ontem José Manuel Moreno, professor da Universidade de Toledo e um dos coordenadores do estudo do IPCC sobre a Europa, que teve a sua redacção concluída no passado fim-de-semana em Bruxelas.

Não são antevisões, mas a confirmação de efeitos do aquecimento global. Uma das principais conclusões do estudo é a de que, pela primeira vez, uma ampla série de impactos das alterações climáticas na Europa está documentada em estudos científicos.

O continente europeu é, de longe, o que tem mais séries de observações das alterações nos sistemas físicos e biológicos. E a esmagadora maioria das modificações condiz com o que seria expectável com a subida da temperatura. "Em 28 mil séries de observações, 80 por cento confirmaram a evolução prevista", disse José Moreno.

Os cenários do IPCC para a Europa do Sul são arrepiantes: até 2020, a redução dos caudais dos rios pode chegar a 23 por cento. Meio século depois, as grandes secas, que até então ocorreriam de 100 em 100 anos, passam a ter 50 anos ou menos de periodicidade. O fluxo de água de alguns rios durante o Verão poderá cair até 80 por cento - um dado que já tinha sido apresentado pelo projecto português SIAM, que avaliou os impactos do aquecimento global no país.

Haverá menos precipitação anual, mas ainda assim aumentarão os episódios de chuvas torrenciais. As chamadas "cheias dos 100 anos" poderão ser mais frequentes em Portugal em 2070.
A subida do nível do mar, na Europa em geral, poderá ser até 50 por cento mais acentuada do que a média global. Com isto, nos cenários mais pessimistas, cerca de 20 por cento das zonas húmidas correm o risco de desaparecer até 2080.
Os ecossistemas mediterrânicos, incluindo os de Portugal, estão entre os mais vulneráveis a uma subida de temperatura de dois a cinco graus Celsius. As cores da terra, como as conhecemos, desaparecem pela diminuição da mancha verde, sob o efeito combinado da seca e dos fogos florestais.

No Sul da Europa, o potencial hidroeléctrico diminuirá entre 20 a 50 por cento até 2070 - um dado problemático para Portugal, que está agora a ensaiar uma aposta em novas barragens.

Poderá haver migrações humanas determinadas pelos problemas de abastecimento de água. Entre 16 e 44 milhões de europeus - especialmente no Sul da Europa, mas também no Centro e no Leste - viverão, em 2070, em áreas sujeitas a "stress hídrico".

A isto somam-se mudanças drásticas na distribuição das espécies animais. Os anfíbios na Península Ibérica serão especialmente afectados. Os golfinhos do Mediterrâneo estarão sujeitos a doenças em grande escala.

Para as plantas, o relatório cita um estudo que conclui que, de um universo de 10 por cento das espécies da Europa, cerca de um quinto (22 por cento) estará, em 2080, seriamente ameaçado e pelo menos dois por cento estarão no caminho certo da extinção. Com Ricardo Garcia

O aumento das temperaturas terá várias consequências no nosso país

Turismo O fim das férias de Verão

Com a subida das temperaturas a Sul, ir ao Algarve durante
os meses de Verão será um pesadelo. Em 2070, estima Miguel Araújo, as férias no Sul europeu terão de decorrer na Primavera e no Outono. Um novo tempo de descanso implica uma revolução nos estilos de vida, no que é imperceptível mas sempre determinante para a organização da vida social, como os horários e o calendário. Também a actividade turística que faz da neve a sua estrela poderá estar condenada.


Agricultura Xeque-mate ao sistema de regadio

O regadio será, em seis décadas, coisa do passado. A escassez de precipitações e o aumento médio da temperatura também condenarão as políticas hídricas baseadas no armazenamento de água: sejam grandes barragens, mini-hídricas ou meras represas. Como os caudais dos rios poderão, no Verão, diminuir em 80 por cento, produzir hortaliças verdes, laranjas ou limões será errado. A aposta, diz Araújo, deve ser em opções mediterrânicas associadas ao montado, como a do porco preto.

Pescas Os cardumes fogem para o Sul

Estarão as sardinhas condenadas a desaparecer? Miguel Araújo não tem resposta. Mas o facto de a temperatura aumentar implica que os cardumes de muitas espécies que são base da alimentação dos povos do Sul da Europa rumem para o Norte. Se não acabarem, a sua captura poderá ser, pelo menos, mais onerosa, porque de pesca longínqua. Em causa estarão também as espécies de água doce e a aquacultura.


Espécies O sapo em via de extinção?

As previsões são negras para as espécies animais ou vegetais que dependem das zonas húmidas, cujo delicado equilíbrio será um dos primeiros sacrificados. As plantas sofrerão de stress hídrico, na prática falta de água. E, entre os animais, os répteis e os anfíbios poderão estar condenados a viver em áreas cada vez mais limitadas. É assim que, nesta triste fábula, o simpático sapo, que tem nos charcos e pântanos o seu lar reprodutivo, poderá estar em risco de extinção.




Florestas O deserto, em vez de troncos

De todos os cenários avançados por Miguel Araújo, o das florestas é o que mais se aproxima da realidade já hoje conhecida. Os últimos estios de consecutivos incêndios florestais já tornaram normal a substituição do verde pelo cinzento.

O futuro, com mais incêndios e menos chuva, agravará esta tendência. Com implicações no sector industrial das madeiras e das celuloses, por exemplo.

Será o deserto, em vez dos troncos.


As costas
Continua a agonia das praias

Não vai ser só obrigatório fazer férias fora do Verão. Os locais de descanso terão de ser outros. A subida da água do mar, superior à média global, põe em causa a costa. As praias. Se não houver arribas ou construção, a praia retrocede. Caso contrário, o areal será engolido pela água. É pensar como está localizada a praia da sua vida e começar, ou não, a despedida com tempo. Araújo admite problemas no Algarve e nas zonas ribeirinhas de Lisboa.
Nuno Ribeiro, em Madrid


12 de abril de 2007

AMOR ETERNO

"Arqueólogos descobriram na Itália os esqueletos de um casal que foi enterrado abraçado. Os pesquisadores acreditam que os dois morreram entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Um laboratório tentará determinar a idade do casal quando morreu."

FORÇAS ARMADAS RECEBEM MATERIAL TOPO DE GAMA.


Novas viaturas de combate!

11 de abril de 2007

ACEITAM-SE ENCOMENDAS


WC PORTÁTIL