27 de dezembro de 2010

Eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada.


O chefe prevarica, o partido paga, o Estado devolve.

Estavam à espera de pagar uma coima de três mil euros, mas o Tribunal Constitucional exigiu-lhes 30 mil. O PCP defendia que era o órgão partidário o culpado. Os juízes entendiam que cada um dos dirigentes do secretariado devia ser responsabilizado. Com as novas regras da lei do financiamento partidário deixa de ser relevante. Porque agora, as multas - até as aplicadas aos dirigentes - passam a ser acrescentadas às despesas do partido. Despesas essas que são subsidiadas pelo Estado. E assim, o dinheiro que os partidos pagam de coimas regressa aos seus cofres mais tarde, sob a forma de subvenção.

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E O POVO, IMPÁVIDO E SERENO
VAI APANHANDO NO TRASEIRO EM PLENO.


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