8 de outubro de 2010

Sócrates demite-se se Orçamento chumbar


De Nova Iorque, o primeiro-ministro, José Sócrates, enviou a ameaça de que a não aprovação do Orçamento de Estado significará a demissão do Governo e passou a responsabilidade de uma eventual crise política para as mãos de Pedro Passos Coelho, o líder do PSD.

A mensagem de Sócrates, ontem, não poderia ser mais clara: "Decorre do bom senso político que, quando um Governo não tem um Orçamento aprovado, também não tem condições para governar, ainda para mais na actual conjuntura".

Estava, assim, reforçada a ideia lançada no dia anterior por Silva Pereira, à qual se seguiu o anúncio da iniciativa de Cavaco Silva de chamara os partidos a Belém, na próxima semana

"Acho muito negativo para o país, Portugal não ter Orçamento, porque será a confissão de que não somos capazes de resolver os nossos problemas. Isso é absolutamente incompatível com as necessidades do país".

Desta análise da realidade, o primeiro-ministro passa ao ataque e, na sua versão do que aconteceu nas reuniões em S.Bento, afirmou que "disse ao líder do PSD que deveríamos ter uma negociação prévia do Orçamento, sem condições e aceitando as diferenças, mas com o objectivo de se chegar a um compromisso. Lamento que o PSD tenha respondido não".


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PIOR DO QUE ISTO É IMPOSSÍVEL,
FAZ FAVOR SR PRIMEIRO MINISTRO,
À VONTADE...


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