
Procuradorado Ministério Público
apanhada a furtar roupa.
Supremo Tribunal mantém cumprimento de
castigo de inactividade durante dois anos
Uma magistrada do Ministério Público (MP) vai ficar inactiva durante dois anos por ter furtado roupa numa loja do Grande Porto.
O Supremo Tribunal Administrativo (STA) recusou suspender o castigo aplicado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Casada, com duas filhas, a procuradora adjunta foi apanhada por uma funcionária a cerca de um metro dos dispositivos de alarme do estabelecimento comercial. Num braço, levava uma gabardina preta (custava 69,90 euros) e uma camisa (no valor de 24,90 euros) que, momentos antes daquele início de tarde de 13 de Outubro de 2006, retirara da loja sem pagar.
Levada para uma dependência daquela loja, devolveu os artigos e começou a chorar, dizendo que era a primeira vez que furtara roupa. A PSP foi chamada, levou-a para a esquadra e constituiu-a arguida. Foi-lhe posteriormente aplicado termo de identidade e residência.
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Identificação ? Temos direito a saber quem é.
ResponderEliminarA noticia vem no JN de hoje mas não refere o nome da procuradora. Também gostava de saber.
ResponderEliminarMuito bem...
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