
Informa a notícia que o Presidente da República comprou acções a 1 euro e vendeu a 2,4 euros.
Será que alguém esperava que Cavaco Silva vendesse as acções a 75 cêntimos, quando estas não estavam em quebra? Afinal, Cavaco, como muitos milhares de portugueses que jogam na bolsa, limitou-se a cumprir a lógica: vender por um preço superior ao adquirido. Como qualquer pequeno accionista.
A (não) notícia de hoje é (mais) um modo suave de atentar às instituições, nomeadamente ao número um do Estado português, e desacreditar as funções públicas.
É tempo de começarmos a preocupar-nos com esta situação, de indirectas bem objectivas aos cargos políticos, antes que a nossa política se italianize. O que acarretaria indesejáveis circunstâncias, bem próprias e extremamente favoráveis condições para a demagogia e a corrupção.
* Declaração de interesses:
Nunca votei em Cavaco Silva na vida nem adquiri qualquer acção em Bolsa.
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