
Cada vez se compreende menos a atitude dos portugueses face às ditaduras. Conformam-se, tudo aguentam sem refilar. Tudo admitem. Alguns acobardam-se a tal ponto que até de escrever na Internet se retraem. É um povo dos mais cobardes, corruptos e miseráveis que se conheça. O povo, único soberano (art° 3º da Constituição), abdica da sua soberania nas patas da máfia política. Que nojo! Até se chamam órgãos de soberania às instituições cuja única razão de ser é a de servir o único soberano, segundo a Constituição. Os mesmos incapazes que fazem leis interpretáveis por mal concebidas, fazem também trocadilhos com um texto bem claro. Pior é que o dito pegou, o que significa que a máfia conseguiu lograr a carneirada e convencê-la de que a sua impostura estava certa, que os soberanos são eles, os servos.
O governo do Sócrates, com toda a razão e objectividade, tem querido corrigir muitos dos erros anteriores, na sua maioria os dos governos Cavaquistas, que foram aqueles que verdadeiramente nos atiraram para o lixo após roubarem e distribuírem os fundos de coesão da UE, pondo o restante em circulação para produzir a falsa ideia de abundância mediante uma enorme inflação que deu votos. Quando deixou o governo havia um défice superior a 5%! Com os montões de dinheiro recebido da UE, é obra! É esta a óbvia causa do atraso tecnológico que ele justamente refere. Esta circunstância tem deixado o Cavaco calado que nem um rato e sem poder moral para actuar. Os parvalhões, que votaram nele, aprovando tacitamente a implantação da miséria em Portugal, que agora não se queixem por terem elevado o carrasco a dignidade. Só que as acções do Sócrates têm sido do género «pior a emenda que o soneto». Aquilo a que assistimos são demonstrações de incapacidade, de logro e de arrogância, onde não falta uma boa porção de malícia e de maldade.
Um governo de traidores que se diz socialista, mas que é a vergonha de qualquer partido democrático. Vejamos o que dizem alguns verdadeiros socialistas sobre estes burlões. Um governo que não só é culpado do enorme e sério agravamento do mal herdado do anterior, como em lugar de o reduzir tem demonstrado claramente as suas intenções e princípios por que se rege. As acusações repetem-se.
Ouvem-se e lêem-se as observações mais desprovidas de senso da parte da população desinformada e embrutecida pelo assobio da serpente duma corrupção galopante e destruidora, que tornam o país na chacota internacional, tais como pensarem que outro partido faria melhor. Não vimos já como o partido do Cavaco nos cozinhou a miséria em que hoje nos afogamos? Seremos tão estultos a ponto de pensar que todo o mal se adquiriu em dois, quatro ou mesmo seis anos? Julgar que o partido do Cavaco agora faria melhor – quando ainda há pouco mais de dois anos constatámos que aquilo que se preparavam para fazer à Segurança Social e reformas, como os próprios anunciaram, era bem pior que o que o actual chefe da máfia e promotor da corrupção concebeu, – só sendo-se completamente tapado e lerdo.
De que estarão os basbaques dos portugueses à espera para tomarem conta da situação, como lhes vem por direito democrático e constitucional? Estarão à espera dum novo Messias ou Arcanjo enviado por Deus para os salvar? Será o grosso da população tão desmiolado e atrasado a ponto de não compreender que ninguém – sobretudo políticos – jamais levantará um dedo para os ajudar. Terão que despertar do torpor e ajudar-se a si menos. Os políticos são aqueles que sempre mais lucram com a corrupção e o mal da nação. Como dizem os franceses, «les politiciens sont un mal nécessaire», mas há que dominá-los e mantê-los domesticados e bem atados como bestas selvagens que são – «il faut les tenir bien en laisse». Em todo o mundo se sabe isso. Menos em Portugal.
Que se esperará para correr com a corja de corruptos e parasitas que tem feito do país a estrumeira da UE e até mundial. Espezinham a constituição e os direitos humanos, têm destruído o sistema de saúde e assassinam as pessoas doentes, idosas e acidentadas; obrigam as grávidas a parir nas ambulâncias ou em Espanha; criam o desemprego entre os mais competentes por lhes roubarem os lugares de concurso para os parasitas dos seus adeptos. A natalidade acelerou grandemente a queda pela impossibilidade de se criar um filho. Será possível continuar a aguentar a imposição de tais torturas? A nova PIDE, o renascimento do Nazismo, o novo Hitler.
É isto que se admite e aprova, consentindo por não se bater o pé? A corrupção de cada vez mais negociatas, a defesa corrupta dos interesses das grandes empresas contra os da população, o domínio da informação e da desinformação e do direito de se ser informado, o controlo das chefias administrativas, o controlo das pessoas, o controlo da opinião e da livre expressão, a intrusão na vida privada, abusos sobre o estado e a vida dos cidadãos, a metamorfose das polícias em bandos de criminosos, a destruição do nacionalismo e subjugação aos malditos castelhanos por um não menos maldito traidor que se diz iberista. Fora com os traidores!
Todos para a rua para reclamar os nossos direitos e correr com a canalha. Quem não o fizer abdica do direito a reclamar. Que procedam condignamente ou que se calem de vez.
O governo do Sócrates, com toda a razão e objectividade, tem querido corrigir muitos dos erros anteriores, na sua maioria os dos governos Cavaquistas, que foram aqueles que verdadeiramente nos atiraram para o lixo após roubarem e distribuírem os fundos de coesão da UE, pondo o restante em circulação para produzir a falsa ideia de abundância mediante uma enorme inflação que deu votos. Quando deixou o governo havia um défice superior a 5%! Com os montões de dinheiro recebido da UE, é obra! É esta a óbvia causa do atraso tecnológico que ele justamente refere. Esta circunstância tem deixado o Cavaco calado que nem um rato e sem poder moral para actuar. Os parvalhões, que votaram nele, aprovando tacitamente a implantação da miséria em Portugal, que agora não se queixem por terem elevado o carrasco a dignidade. Só que as acções do Sócrates têm sido do género «pior a emenda que o soneto». Aquilo a que assistimos são demonstrações de incapacidade, de logro e de arrogância, onde não falta uma boa porção de malícia e de maldade.
Um governo de traidores que se diz socialista, mas que é a vergonha de qualquer partido democrático. Vejamos o que dizem alguns verdadeiros socialistas sobre estes burlões. Um governo que não só é culpado do enorme e sério agravamento do mal herdado do anterior, como em lugar de o reduzir tem demonstrado claramente as suas intenções e princípios por que se rege. As acusações repetem-se.
Ouvem-se e lêem-se as observações mais desprovidas de senso da parte da população desinformada e embrutecida pelo assobio da serpente duma corrupção galopante e destruidora, que tornam o país na chacota internacional, tais como pensarem que outro partido faria melhor. Não vimos já como o partido do Cavaco nos cozinhou a miséria em que hoje nos afogamos? Seremos tão estultos a ponto de pensar que todo o mal se adquiriu em dois, quatro ou mesmo seis anos? Julgar que o partido do Cavaco agora faria melhor – quando ainda há pouco mais de dois anos constatámos que aquilo que se preparavam para fazer à Segurança Social e reformas, como os próprios anunciaram, era bem pior que o que o actual chefe da máfia e promotor da corrupção concebeu, – só sendo-se completamente tapado e lerdo.
De que estarão os basbaques dos portugueses à espera para tomarem conta da situação, como lhes vem por direito democrático e constitucional? Estarão à espera dum novo Messias ou Arcanjo enviado por Deus para os salvar? Será o grosso da população tão desmiolado e atrasado a ponto de não compreender que ninguém – sobretudo políticos – jamais levantará um dedo para os ajudar. Terão que despertar do torpor e ajudar-se a si menos. Os políticos são aqueles que sempre mais lucram com a corrupção e o mal da nação. Como dizem os franceses, «les politiciens sont un mal nécessaire», mas há que dominá-los e mantê-los domesticados e bem atados como bestas selvagens que são – «il faut les tenir bien en laisse». Em todo o mundo se sabe isso. Menos em Portugal.
Que se esperará para correr com a corja de corruptos e parasitas que tem feito do país a estrumeira da UE e até mundial. Espezinham a constituição e os direitos humanos, têm destruído o sistema de saúde e assassinam as pessoas doentes, idosas e acidentadas; obrigam as grávidas a parir nas ambulâncias ou em Espanha; criam o desemprego entre os mais competentes por lhes roubarem os lugares de concurso para os parasitas dos seus adeptos. A natalidade acelerou grandemente a queda pela impossibilidade de se criar um filho. Será possível continuar a aguentar a imposição de tais torturas? A nova PIDE, o renascimento do Nazismo, o novo Hitler.
É isto que se admite e aprova, consentindo por não se bater o pé? A corrupção de cada vez mais negociatas, a defesa corrupta dos interesses das grandes empresas contra os da população, o domínio da informação e da desinformação e do direito de se ser informado, o controlo das chefias administrativas, o controlo das pessoas, o controlo da opinião e da livre expressão, a intrusão na vida privada, abusos sobre o estado e a vida dos cidadãos, a metamorfose das polícias em bandos de criminosos, a destruição do nacionalismo e subjugação aos malditos castelhanos por um não menos maldito traidor que se diz iberista. Fora com os traidores!
Todos para a rua para reclamar os nossos direitos e correr com a canalha. Quem não o fizer abdica do direito a reclamar. Que procedam condignamente ou que se calem de vez.
O importante não é viver, mas viver com dignidade. - Sócrates, o Ateniense.
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