Apesar de acessor se escrever assessor... está bem visto, é o país que temos, onde nem as vagas de frio aparecem!
E aos Infernos... aos Purgatórios e aos Limbos!
Este país do faz-de-conta é cada vez mais uma anedota pegada; Ora atentai lá nesta coisa vinda no Diário da República nº 285 de 6 de Dezembro 2004:
No aviso nº 11 466/2004 (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ACESSOR", cujo vencimento anda à roda de 2500 EUR (500 contos).
Na alínea 7:..." Método de selecção a utilizar, é o concurso de prova pública que consiste, na apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."
No Aviso simples da pág.
Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:
1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;
2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;
3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.
Depois vem a prova de conhecimentos técnicos:
Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.
Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais. Os cemitérios fornecem documentação para estudo.
Para rematar:
Se o candidato tiver:
A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;
O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;
O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.
No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.
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